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Gestos e cores para a liberdade / Gestures and colors to freedom

Atualizado: 24 de Abr de 2018

Texto por Azad Nànakeli (1995 - Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil)

A pintura de Lúcia Barbosa Machado, uma pintura gestual, é veloz e corre sobre diversos planos, determinados pela luz, com pinceladas encorpadas,

alternando-se na veladura e nos meio-tons em uma bela relação cromática e luminosa

com um emaranhado de fachos que denotam energia, força e vitalidade.


Lúcia, uma artista ainda inédita, porém madura, pinta com singular violência e poesia,

cria profundidade espacial na cor, sugerindo superfícies desiguais,

formatos diferentes e estruturas cadenciadas.


A implicação existencial assume aqui, papel essencial no sentido de que

o entrelaçamento indissolúvel da vida e arte em Lúcia Barbosa Machado é significativo.

É nela que eu encontro os indícios para colher as razões autênticas, isto é,

as suas próprias, do resgate da figura em ação.


Nos aspectos profundos da realidade sem liberdade, talvez Lúcia não tenha dado

ainda a resposta que desejava às suas interrogações sobre o nada. Mas é certo que a sua atual pintura pode oferecer uma contribuição pungente à nossa procura pessoal

daquela resposta, e portanto à procura da liberdade que existe e permanece

na verdadeira proposta, não só da filosofia moderna como também da arte moderna

desde Goya até Delacroix e Manet, atinge exatamente em nossos dias a própria pintura

de Lúcia Barbosa Machado.


Azad Nànakeli


Gestures and colors to freedom - text by Azad Nànakeli


Lúcia Barbosa Machado's printings, full of gestures, is quick and runs throught different levels, determined by light, thick bruse strokes, alternating between "veladura" and half-tones in a veatiful chromatic and luminus relationship whith inextriable flashes of light that denote energy, strrenght and vitality.


Lúcia, a relatively unknown, thrugh mature, paints with singular violence and poetry, creates spatial depth through color which gives rise to uneqaul surfaces, different shapes and structural cadences.


The existencial implication assumes here an essential role in that the indissoluble interlivining of life and art Lúcia Barbosa Machado is Meaningful.


I find in this, the motive for understanding the authentic reasons, this is her own, for her figurative transformation in action whean she paints. In the profound aspect of a reality without liberty, perhaps Lúcia still hasn't the awnsers she seeks to her questions, but we can be sure that her present painting can offer a pungent contribuition to our own personal guest for this awnser and, hence, for the freedom which exists and perdures not only in modern philisophy but also in the modern printings of Goya, Delacroix and Manet. And we close the Circle with the painting of Lúcia Barbosa Machado.




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